![]() |
||
|
|
||
|
Na primeira noite, eles aproximaram-se e colhem uma flor do nosso jardim. E não dizemos nada. Na segunda noite, já não se escondem, pisam as flores, matam o nosso cão, E não dizemos nada. Até que um dia, o mais frágil deles, entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua, e, conhecendo o nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E porque não dissemos nada, já não podemos dizer nada. Maiakovsky |
|
| Volte atrás! | ||
|
|
|||||
| viva-tavira© | |||||