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Igreja de São
Sebastião Pequeno templo barroco rematado nas traseiras por uma cúpula cega. Tem no seu interior um pequeno museu de pintura sacra, sendo de destacar o conjunto de nove pequenas telas da capela-mor, evocando a vida e martírio do orago e passos da vida de São Sebastião. http://www.terravista.pt/Guincho/1033/monumento.htm |
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Ermida de São Sebastião Desconhece-se a data da sua fundação. Sabe-se, todavia, que foi reconstruída em 1745. O interior apresenta uma interessante decoração do estilo barroco, com paredes revestidas por madeira pintada com marmoreados e motivos em “trompe l’oeil” enquadrando um conjunto de dezasseis pinturas sobre tela. | |
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A Igreja de S. Sebastião fica situada no
Campo da Atalaia (Campo dos Mártires da República) ao lado do edifício
do "Celeiro" e quase em frente das novas instalações da Polícia de
Segurança Pública e da antiga cadeia. Antigamente era neste largo que se faziam as feiras de Tavira sendo a mais importante e aquela que reunia mais gente a "Feira de Outubro". Actualmente é uma zona residencial com largas avenidas mas à volta da Igreja de S. Sebastião e devido ao piso do terreno os homens todas as tardes se reunem para praticar um desporto que tem grande popularidade em Tavira: a petanca. A confraria dos irmãos de São Sebastião que rea constituída por oficiais da Câmara é mais antiga que a própria capela. Sabe-se da existência da confraria desde o século XVII (1682) e é possível que a ermida de S. Sebastião se localizasse no mesmo local mas a construção da igreja ou capela é do século XVIII (1745) e foi mandada edificar pela própria Câmara Municipal de Tavira. Parece que a actual igreja se construiu no mesmo local da antiga ermida e isso pode ver-se pelo facto de haver diferenças arquitectónicas entre a igreja e a sacristia parecendo esta pertencer à antiga ermida de São Sebastião. O mártir e santo São Sebastião tinha grande veneração em Tavira e o povo considerava-o o seu defensor contra as pestes que com muita frequência caíam sobre a população. Por isso prestava-lhe grande culto, sobretudo no dia do Santo --19 de Janeiro-- de cada ano. Neste dia o Santo era levado em procissão da sua Igreja para a Igreja de Santa Maria do Castelo e no dia seguinte regressava à sua Igreja, também em solene procissão. Na procissão do dia 19 o andor era transportado por oficiais subalternos da unidade militar de Tavira e no dia 20 eram os oficiais-capitães que o transportavam na procissão de regresso e isto porque S. Sebastião é o padroeiro dos exércitos e ao mesmo tempo o advogado junto de Deus contra a fome a pesta e a guerra. No reinado de D. José I (1753) a Confraria de São Sebastião obteve do Rei e para todo o sempre o rendimento do terrado da Feira de São Francisco. Parece que foi com este dinheiro que a Confraria encomendou ao ilustre pintor algarvio Diogo Magina (1) a pintura do Senhor São Sebastião bem como a pintura do altar-mor e dos 10 painéis com a vida do santo, cinco de cada lado do altar-mor e todos enquadrados em talha. No templo ainda podemos ver mais seis telas, um pouco maiores, sobre a vida de Nossa Senhora da autoria de outro pintor (três de cada lado) No entanto a pouco e pouco e sobretudo a partir do Século XIX o culto a S. Sebastião vai-se reduzindo e no nosso século nem a "pneumónica" de 1918 conseguiu reavivar o culto do santo defensor das pestas e a procissão de 19 e 20 de Janeiro não se tem realizado muito embora o culto a São Sebastião se mantenha vivo um pouco por todo o Portugal e se espalhem por todo o território capelas e igrejas em honra do santo. A igreja talvez por isso mantem-se fechada apesar do valor das suas pinturas e de em 1977 ter sido classificada como "imóvel de valor concelhio". Em 1755 pintava em Ayamonte e aparentava ter uns cinquenta anos. http://br.geocities.com/santiagotavira/capelasebastiao.htm |
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